quinta-feira, 15 de março de 2007

UJS Papa-Siri.

Em Itajaí temos como principal objetivo fazer com que o Governo Volnei tenha êxito, assim, desenvolvendo uma política para construção de um novo modelo de ação de Juventude. A juventude possui características próprias que devem transformadas em políticas públicas específicas tendo em vista a garantia de mais direitos. Dimensões como educação, trabalho, cultura, ciência e tecnologia, esportes, lazer, participação política, saúde, violência, sexualidade e drogas devem ser vistas numa perspectiva juvenil e tornarem-se objetos de preocupação do poder municipal. Inúmeros indicadores apontam para uma situação de calamidade social na juventude e exige iniciativas emergenciais. Por outro lado, não devemos nos pautar pelo pragmatismo e perder de vista que questões complexas não se resolvem com medidas pontuais e, mesmo estas, devem estar articuladas a objetivos de curto, médio e longo prazo. O desenvolvimento econômico e social tem na juventude um setor estratégico, não só pelo o que ela representa para o futuro, mas pelo grande contribuição que pode dar no presente. Qualquer projeto sério de desenvolvimento local deve tratar o jovem não como um problema e sim parte da solução. Devemos superar concepções que tratam a juventude ora como “cliente preferencial” de políticas compensatórias, ora como um segmento que deve dedicar-se ao envolvimento voluntário em pequenas causas sociais e reforçar a convicção de que a juventude pode protagonizar politicamente as mudanças. Existe no Brasil uma forte tradição de organizações juvenis, sejam elas estudantis, culturais, religiosas, ligadas a entidades de classe, partidárias ou esportivas. A maioria com articulações de caráter nacional. Elas são a forma mais avançada de participação e devem ser fonte de interlocução privilegiada das Políticas Públicas de Juventude, respeitando a diversidade de formas de organização encontradas pelos jovens. A juventude tem que ser uma política de Estado e estar definitivamente incorporada à agenda pública. Para assegurar maior consistência e perenidade, é preciso consolidar esta política através de instrumentos institucionais nos três poderes (executivo, legislativo e judiciário) e em todos os entes federados (municípios, estados e união). Tal iniciativa garantirá que estas políticas não fiquem à mercê dos interesses deste ou daquele governo.

Temos clareza que a juventude não precisa estar em partido A ou B para ser juventude, não somos apartidários, pelo contrario, buscamos a politização e a organização da juventude. Porém, é claro que a União Nacional dos Estudantes é dos estudantes da Nação sejam eles socialistas, anarquistas, liberais ou comunistas. A UNE é dos estudantes, assim como a CUT é dos trabalhadores e o governo é do povo.

4 comentários:

QUINDIM disse...

Sempre achei muito bonitos seus ideais, não somente seus,mas da UJS.
Exatamente devemos usufruir do que a UNE nos oferece, devemos perseverar nos nossos direitos. Belo Blog Cássio, muitas idéias, muitas palavras bonitas. ;)
Abraço.

Anônimo disse...

Concordo inteiramente com o que escreves aí Cássio. Ainda acho que seria importante um exclarecimento político para jovens que não tem muito acesso a informação e histórias. Também pra tentar trazer muitos dos jovens que não querem nada c/ a vida para um mundo mais responsável, claro, sem excluir a diversão e o aproveitamento da juventude!

Abraço grannnnde ;}

Anônimo disse...

É isso ae Cassio, o Brasil merece mais do que a nossa juventude faz por ele. Sempre me renovo de esperanças quando vejo amigos como você nessa batalha. Um grande abraço!

Anônimo disse...

Oi Cassio parabéns pelo Blog, legal tua visão. Sucesso nas eleiçoes ta..